terça-feira, 29 de dezembro de 2009
2009 que vai 2010 que vem, a título de retrospectiva.
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Ricardo Santiago, o Billy
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Terça-feira, Dezembro 29, 2009
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Sigo, em linha quase reta, a minha via crucis de fim de ano.
Já não sei mais em que dia da semana estamos.
Sei que beberei ao cabo do poente.
O corpo e a cabeça doem.
Convaleço.
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Ricardo Santiago, o Billy
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Sexta-feira, Dezembro 18, 2009
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quinta-feira, 16 de julho de 2009
ESTADO DE ESPÍRITO PÓS FRUSTRAÇÃO FUTEBOLÍSTICA
Preciso Me Encontrar
Cartola
Deixe-me irPreciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar
Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...
Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer
Quero viver...
Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar
Se alguém por mim perguntar
Diga que eu só vou voltar
Depois que me encontrar...
Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer
Quero viver...
Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...
Deixe-me ir preciso andar
Vou por aí a procurar
Sorrir prá não chorar
Deixe-me ir preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...
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Ricardo Santiago, o Billy
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Quinta-feira, Julho 16, 2009
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sexta-feira, 22 de maio de 2009
Não há dinheiro no mundo que pague.
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Ricardo Santiago, o Billy
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Sexta-feira, Maio 22, 2009
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Reportagem de capa do jornal Folha de São Paulo, do dia 24 de janeiro de 2009.
Não fosse criminoso, seria cômico. Ou melhor, é cômico, mesmo sendo criminoso.
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Ricardo Santiago, o Billy
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Quinta-feira, Fevereiro 05, 2009
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Eu, Carol e Filó, que muitos de vocês ainda não conhecem, partimos hoje para alguns dias de merecidas férias.
Um pouco de mato e um pouco de mar.
Se precisarem de mim, não me encontrarão. Mas podem mandar um e-mail se quiserem.
Um abraço aos que são de coragem.
E um feliz ano novo para todos.
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Ricardo Santiago, o Billy
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Quarta-feira, Dezembro 31, 2008
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quarta-feira, 23 de abril de 2008
Atribuem a Descartes: "nunca nos devemos deixar persuadir senão pela evidência de nossa RAZÃO".
Pobre é o ser humano que nunca vivenciou a EMOÇÃO de um clássico Cruzeiro e Atlético.
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Ricardo Santiago, o Billy
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Quarta-feira, Abril 23, 2008
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segunda-feira, 31 de março de 2008
"We have to go back, Kate! WE HAVE TO GO BACK!!"
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Ricardo Santiago, o Billy
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Segunda-feira, Março 31, 2008
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sábado, 1 de março de 2008

Mas a lembrança que vai ficar para sempre é essa: amigos, grandes amigos por perto, comemorando e celebrando uma data que nos é especial.



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Ricardo Santiago, o Billy
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Sábado, Março 01, 2008
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
A minha mensagem de Natal é uma reflexão aos colegas. Tudo de bom para vocês, mas pelas razões certas. Não porque o ano acabou. Não porque decidiram que é hora da dar presentes.
E coloco um texto do Rubem Alves, que diz muito bem o que deve ser dito.
Grande abraço a todos. Boas Festas.
RUBEM ALVES
Será que vou rezar?
É. Cada um celebra o que escolhe. Acho que farei uma sopa de fubá que tomarei com pimenta e torradas
SOU UM ADMIRADOR de Gandhi. Cheguei mesmo a escrever um livro sobre ele. Estou planejando convocar os amigos para uma homenagem póstuma a esse grande líder pacifista e vegetariano. Pensei que uma boa maneira de homenageá-lo seria um evento numa churrascaria, todo mundo gosta de churrasco, um delicado rodízio com carnes variadas, picanhas, filés, costelas, cupins, fraldinhas, lingüiças, salsichas, paios, galetos e muito chope. O grande líder merece ser lembrado e festejado com muita comilança e barriga cheia!
Eu não fiquei doido. O que fiz foi usar de um artifício lógico chamado "reductio ad absurdum" que consiste no seguinte: para provar a verdade de uma proposição, eu mostro os absurdos que se seguiriam se o seu contrário, e não ela, fosse verdadeiro. Eu demonstrei o absurdo de se celebrar um líder vegetariano de hábitos frugais com um churrasco.
Uma homenagem tem de estar em harmonia com a pessoa homenageada para torná-la presente entre aqueles que a celebram. Uma refeição, sim. Mas pouca comida. Comer pouco é uma forma de demonstrar nosso respeito pela natureza. Alface, cenoura, azeitonas, pães e água.
Escrevo com antecedência, hoje, 27 de novembro, um mês antes, para que vocês celebrem direito. A celebração há de trazer de novo à memória o evento celebrado.
É uma cena: numa estrebaria uma criancinha acaba de nascer. Sua mãe a colocou numa manjedoura, cocho onde se põe comida para os animais. As vacas mastigam sem parar, ruminando. Ouve-se um galo que canta e os violinos dos grilos, música suave... No meio dos animais tudo é tranqüilo. Os campos estão cobertos de vaga-lumes que piscam chamados de amor. E no céu brilha uma estrela diferente. Que estará ela anunciando com suas cores? O nascimento de um Deus?
É. O nascimento de um Deus. Deus é uma criança.
O nascimento do Deus criança só pode ser celebrado com coisas mansas. Mansas e pobres. Os pobres, no seu despojamento, devem poder celebrar. Não é preciso muito.
Um poema que se lê. Alberto Caeiro escreveu um poema que faria José e Maria, os pais do menininho, rir de felicidade: "Num meio-dia de fim de primavera, tive um sonho como uma fotografia: "Vi Jesus Cristo descer a terra. Veio pela encosta do monte tornado outra vez menino. Tinha fugido do céu...'" Longo, merece ser lido inteiro, bem devagar...
Uma canção que se canta. Das antigas. Tem de ser das antigas. Para convocar a saudade. É a saudade que traz para dentro da sala a cena que aconteceu longe. Sem saudade o milagre não acontece.
Algo para se comer. O que é que José e Maria teriam comido naquela noite? Um pedaço de queijo, nozes, vinho, pão velho, uma caneca de leite tirado na hora. E deram graças a Deus.
E é preciso que se fale em voz baixa. Para não acordar a criança.
Naquela mesma noite, havia uma outra celebração no palácio de Herodes, o cruel. Ele tinha medo das crianças e mataria todas se assim o desejasse. A mesa do banquete estava posta: leitões assados, lingüiças, bolos e muito vinho... Os músicos tocavam, as dançarinas rodopiavam. Grande era a orgia.
É. Cada um celebra o que escolhe. Acho que vou fazer uma sopa de fubá que tomarei com pimenta e torradas. E lerei poemas e ouvirei música. E farei silêncio quando chegar a meia-noite e, quem sabe, rezarei?
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Ricardo Santiago, o Billy
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Sexta-feira, Dezembro 21, 2007
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